Um passante anônimo, uma figura solitária na esquina de uma rua, alguém que passa com pressa. Isso poderia ser qualquer um. Alguém que vem, alguém que vai, que vive na nossa sociedade anônima. Alguém na multidão, um dos membros da maioria silenciosa. Aquele que, dentro de todos nós, grita, canta e sonha. É este o "quidam" que o Cirque du Soleil celebra.
Uma jovem enfurece-se; ela já viu tudo o que há para ver e seu mundo perdeu todo o significado. A sua raiva despedaça o seu pequeno mundo e ela encontra-se no universo de Quidam. A ela junta-se um companheiro alegre e outro personagem mais misterioso, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso, o inquietante e o aterrador.
Uma jovem enfurece-se; ela já viu tudo o que há para ver e seu mundo perdeu todo o significado. A sua raiva despedaça o seu pequeno mundo e ela encontra-se no universo de Quidam. A ela junta-se um companheiro alegre e outro personagem mais misterioso, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso, o inquietante e o aterrador.

Segundo um especialista amigo meu as melhores partes são "Banquine" e "Roda Alemã".

Banquine

Roda Alemã
Personagens:
Zoë

Mamãe/Papai

John

O Alvo

Boum-Boum

O Palhaço

Aviador

Sobre a trilha sonora, a música de Quidam é de uma intensidade dramática notável, com influências que variam entre a música clássica e os sons mais contemporâneos.
- Inclui a voz de um homem e de uma criança, o qual dá mais textura e contraste à música. O solista masculino é Mathieu Lavoie, e Audrey Brisson-Jutras, de 11 anos e filha do compositor Benoit Jutras, canta a parte da criança e toca violoncelo.
- Seis músicos tocam uma série de instrumentos, incluindo percussão, saxofones, sintetizadores, guitarras eléctricas, guitarras clássicas e instrumentos de cordas.
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